Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

domingo, 10 de agosto de 2014

Passei uma tarde inteira no cemitério de Itapira procurando a sepultura do Francisco. Não achei; mas, não foi inútil a busca, pois, encontrei ali a pista que me levou ao lugar certo e confirmar algumas intuições. O Francisco é o ádvena de todos os Ferreiras-de-Mesquita, inclusive dos que controlaram o jornal O Estado de S. Paulo (Estadão). As primeiras gerações nasciam em Campinas e se criavam em Parada de Cunhos, ao pé de Vila Real. Algumas vezes os F. de M. fizeram o trajeto dos “torna-viagens”. Numa delas naufragaram próximo a Salvador e por milagre se salvaram. O primeiro (são 4 do mesmo nome e profissão) JULIO CÉSAR (1862-1927), filho de Francisco, foi advogado, vereador em Campinas, deputado e Diretor do jornal O Estado de S. Paulo. Casou-se com “quatrocentona” (aristocrata paulista) e tiveram os filhos: Ester, Rachel, Maria, Júlio César (II), Francisco, Sara, Ruth, Judite, Lia, José, Suzana e Alfredo. Foi um homem reto no velho estilo português e trouxe esta medida para o seu jornal, comportamento que durou até quando o filho e netos dirigiram o Estadão. Ele nasceu num dia como hoje (10/08). Cumprimentos, Dr. Júlio de Mesquita.

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