Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O que é patrimônio imaterial? Posso responder com o que me aconteceu em março deste ano (2014). Do alto de Cachoeira, Bahia, vi e ouvi na manhã fria e úmida, surgir inesperadamente, numa rua estreitinha em forma de ladeira, que morre ou nasce na área rural, da margem do rio Paraguaçu, uma bandinha de meninos e meninas tocando o “Batista de Melo” (a nossa Marcha de Radetszky), uniformizados e alinhados em colunas, que marcharam até o prédio da Câmara e Cadeia. Não fotografei, não gravei, mas, aquele som e aquela visão me acompanharão enquanto viver. O dobrado “Batista de Melo” foi composto pelo músico baiano Matias de Almeida, para o senador mineiro Joaquim Batista de Melo, a ser tocado na posse do marechal Hermes da Fonseca em 1910.

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