Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Não. Maria Helena e Emerson Fittipaldi não são atores deste post. O personagem central é DONAR NORDWAL, pastor alemão, campeão mundial ou brasileiro, não me lembro a categoria que venceu, que está a frente deles. Era o pai do THOR NORDWAL, sua cara e focinho, que viveu com nossa família nos anos Setenta. Convivemos bem, alegre e disposto, ele se dispunha jogar bola comigo, mesmo sabendo que seria driblado todas as vezes que viesse tentar tomá-la. Ficava indócil quando eu ia colher chuchu num muro e ele não podia subir, coisa que o gato Juca fazia com requintes de bajulação. Mas o THOR era um cão tão “boa gente”, que um dia, a caminhonete parou perto dele, o ladrão sedutor bateu o dedo e ele subiu no carro. Deixou a casa, comida e também amigos. Nunca mais o vimos...

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