Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 30 de agosto de 2014

Macau está entre nós e pouco sabemos dela. Dei-me conta disto quando procurei a origem dos Cristos “chineses” de Cachoeira, na Bahia e voltei os olhos para esta porção oriental de Portugal. Encontrei macaenses no Brasil, soube do poeta Camilo Pessanha, do colecionador José Vicente Jorge e do Sr. Neco. LEONEL Zilhão Ayres da Silva BARROS (1924-2011), o Neco, não conheceu limites em sua ação. A descrição de suas atividades nos dá uma ideia disto: empregado numa empresa de eletricidade; foi soldado; veterinário, tinha onze cães e deixou 2 mil conchas para o museu de Macau; esportista (karatê); pintor e desenhista; músico que dominava a viola, a flauta e bateria (tocava num conjunto de rock and roll); e a partir dos oitenta anos, um prolífico autor sobre o passado da ilha. Cumprimentos pelo aniversário (30/08), Sr. Neco.

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