Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

domingo, 3 de agosto de 2014

“Dê-me papel e lápis ou uma máquina de datilografar”. Parece pedir a todo momento os descendentes de BARNABÉ FRANCISCO AMADO (circa 1830), criador de gado nas franjas de Nossa Senhora Imperatriz dos Campos do Rio Real (hoje Tobias Barreto, Sergipe). Desde que entraram no séc. XX eles preenchem linhas após linhas interminavelmente. É possível montar uma biblioteca somente com os seus livros. Sem repetir assunto, indo do romance, passando por poesia, até chegar ao ensaio histórico. São tantos e de qualidade: Gilberto (Academia Brasileira de Letras, cadeira 26), Gildásio, Gileno, Gilson, Genolino (ABL, cadeira 32), James, Janaína, Jorge (ABL, cadeira 23) e Paloma. GENOLINO AMADO (1902-1989) é um deles. Foi jornalista, tradutor, teatrólogo e radialista. Criou expressões que caíram no gosto do povo. É dele, “Cidade Maravilhosa” para designar o Rio de Janeiro (a canção de André Filho veio depois). Cumprimentos pelo aniversário (03/08), Dr. GENOLINO. IMAGEM - G.A., a atriz Dulcina de Moraes e o marido Odilon Azevedo.

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