Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Amalita não é muito conhecida por aqui, apesar de ter contemplado o Cristo Redentor carioca por várias vezes. Nascida numa família de médicos ela teve uma vida confortável. Casou-se com alguém de sua igualha (o advogado Lafuente), porém ficou na cabeça a frase de uma cigana, “que iria se casar com um marajá” e a recusa de um amigo milionário de ir a festa, pois não se sentiria bem. Ela resolveu apostar na profecia de “madame Sosostris”, abandonou o marido e uniu-se ao “príncipe”. Foram alguns anos de conto de fadas. Mas, Alfredo Fortabat morreu em 1976. MARIA AMALIA SARA LACROZE DE FORTABAT (1921-2012) não se intimidou, assumiu a direção dos negócios e em algum tempo multiplicou a fortuna herdada por três. Ao lado das atividades empresariais, trabalhou com filantropia e ajuntou uma bela coleção de artes. Comprou Velázquez, Turner, Dali, etc. Posou para Warhol... Hoje (15/08) é aniversario de Amalita. IMAGEM – A. de F. no Brasil, preste atenção na assinatura: ela repete “de de”, duvidando (de forma inconsciente) se continuaria com Lafuente;

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