Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

terça-feira, 1 de julho de 2014

“Fazer do mundo um lugar melhor e eliminar o sofrimento”, não é um bom objetivo? Pois MENAHEM MENDEL SCHNEERSOHN (1902-1994), nascido numa parentela de místicos e líderes (os Lubavitchers Rebbes), uma espécie de príncipe hassídico, teve este propósito desde criança. Nascido no ermo czarista ele estudava Matemática e Engenharia na França quando os Nazistas tomaram a cidade. Na fuga ele passou por Portugal para chegar a América. Em Portugal, terra ancestral do rabino Baruch Batlan Portugali, seu nono avô, ele falou sobre um tema talmúdico: “O filho de David só virá quando se procurar um peixe para os doentes e nenhum for encontrado”. Em 12 de junho de 1941 ele embarcou no navio Serpa Pinto e foi para Nova York, onde mais tarde tomou conta do principado espiritual (foi o 7º Rebbe). Nesta terça-feira (01/07), 3º de Tamuz no calendário judaico marca duas décadas do seu falecimento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário