Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Barbear-se sozinho, escrever e saber nadar. Eram as três exigências para alguém ser considerado um homem adulto, segundo o nosso avô Ribeiro. Talvez seja por isto que sempre associo a imagem do Pai a uma caixinha azul com a fotografia de um homem escanhoado e de bigode ao seu lado pela manhã. Eram as famosas “giletes” de aço criadas pelo americano do mesmo nome para substituir as navalhas. KING C. GILLETTE (1855-1932) vinha de um grupo de 140 “Puritanos” de Devonshire, que chegou aos EUA em 1630. Ele trabalhou como vendedor por muitos anos enquanto aperfeiçoava as lâminas para barbear. Depois de algum tempo conseguiu fazê-las e montou a empresa para comercializá-las. Gillette era também um “socialista utópico” e tinha ideias para o futuro da humanidade. Escreveu dois livros sobre estas projeções. Ofereceu a Theodore Roosevelt a presidência de sua empresa para colocar o projeto em ação, sem sucesso. Ele morreu num dia como hoje (09/07).

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