Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 19 de julho de 2014

Além das genealogias biológicas, há também as genealogias espirituais: Episcopais, mostrando a linhagem dos bispos; as Silsilás, da iniciação dos sufis e as Acadêmicas, da concessão de graus universitários (Mestres e Doutores). Todas podem ser tão longas quanto as biológicas. Elas não surgem do Nada. Sempre há um genearca no topo. As Acadêmicas são as que legitimam a autoridade do grau concedido. O historiador que passou por uma formação acadêmica tem como os colegas de outras áreas do conhecimento uma árvore genealógicas destas. Só como exemplo, a nossa linhagem acadêmica: O professor francês JEAN GAGÉ (1902-1986), especialista no mundo romano e cujo tronco está fincado na Escolas dos “Annales”, orientou quatro doutores: Eurípedes Simões de Paula (1910-1977), Alice Piffer Cannabrava (1911-2003), Olga Pantaleão e ASTROGILDO RODRIGUES DE MELLO; este por sua vez orientou a Araci Abreu Avelino e a MYRIAM ELLIS. Esta por sua vez orientou a Maria de Lourdes Vianna Lyra, Edgard Carone (1923-2003), Otávio Canavarros, Laima Mesgravis, José Mário Gama, Nanci Leonzo, Daise Apparecida Oliveira, Inês Caminha Lopes Rodrigues e ANITA NOVINSKY; nossa orientadora, um grupo de 25 Mestres e 18 Doutores. Por enquanto... IMAGEM – Jean Gagé; IMAGEM – Dra. Lina Gorenstein Ferreira da Silva, P. V., Drª Anita Waingort Novinsky e a Drª Jaffa Rifka Berezin no meu dia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário