Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Quando as apresentações diminuíram em Londres, o ator inglês Lane e a esposa Elza Trentner (1796-1886), pensaram: “a língua deles é parecida com a nossa, portanto, vamos para a América”. A filha do casal, Louise Lane, continuou interpretando e contracenou com um ator inflamado de nome Booth, aquele, que passou fogo no presidente Lincoln. Louise casou-se com o ator Drew e tiveram a filha Georgina, também atriz. Ela casou-se um sujeito nascido na Índia, que se ocultava sob o name-of-stage de MAURICE BARRYMORE (1849-1905). A família Blythe não suportava ver o filho metido em ambiente tão “dissoluto”, mesmo assim ele foi ator e deixou quase duas dezenas de descendentes nos palcos. ETHEL BARRYMORE, filha de Maurice e Georgina, foi a quarta geração de atores. Na juventude namorou a “Sir” Winston Churchill, o Duque de Manchester, mas, casou-se com um Colt (da fábrica de armas). Ganhou um Oscar por None But the Lonely Heart em 1944. Depois de três filhos, divorciou-se, mas, não casou-se outra vez. Era Católica praticante. Ela morreu num dia como hoje (18/06).

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