Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

“(...) Nunca havia visto um prédio tão alto. Naquele tempo, na Europa, não se construíam arranha-céus. Um luminoso, lá em cima, dizia: Mate Leão Já vem queimado Com um dicionário na mão, tentei traduzir aquilo. Mate – do verbo matar. Leão, o rei da selva. “Já vem queimado”, estava fácil de entender. Mas quem é que devia matar esses leões queimados?...Realmente, diziam coisas estranhas neste país (...)” [PINCHERLE, Livio Tulio. Meus dois mundos. História de vida de um médico judeu ítalo-brasileiro, p. 65] Traduzindo: L. T. P. viu o anuncio do chá-mate Leão (nome do fundador da empresa, Agostinho Ermelino de Leão, 1866-1907).

Um comentário:

  1. Olá Paulo, bom dia.
    Gostei da postagem e vou aproveitar para tomar um Matte Leão logo mais. Diga-se, mate dos campos sulmatogrossenses, tomado quente, e não gelado, como eles fazem com o tereré naquelas plagas.
    Abraço.

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