Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 28 de junho de 2014

As vezes a Europa (a parte que nos interessa) é pequena para ocupar tantos talentos nativos. Foi assim com JEAN BAPTISTE DEBRET (1768-1848), primo do bem-sucedido pintor napoleônico Jacques-Louis David (1748-1825), autor do Marat morto que dá tanto assunto para os historiadores (Carlo Ginzburg escreveu uma genealogia da tela); que aceitou o convite do governo brasileiro e veio para cá na função de pintor, para ensinar e retratar o cenário e os seus personagens. E ele fez isto com muita competência. A sua obra é imensa em todos os sentidos, mas, para mim fica a bandeira nacional, símbolo bem-sucedido da nação. A bandeira que ele criou não foi uma ruptura na tradição. Exceptuando as cores. Os elementos que surgiam nas bandeiras anteriores permaneceram. Ele rearrumou e harmonizou todos eles. Num dias destes (28/06) monsieur Debret morreu.

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