Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Na noite dos homens uma ideia se cristalizou num. Ele contou para outro homem, este, para outro e assim a ideia caminhou no tempo e no espaço, sempre dentro dos homens. William Godwin, Proudhon, Reclus, Quental, até chegar a Edgar Rodrigues. Pode não ter sido assim, pois, excluindo as silsilás (cadeias iniciáticas sufis), é difícil rastreá-las e estabelecer precisamente a genealogia das ideias. EDGAR RODRIGUES (1921-2009), o cidadão da fotografia, aliás o nome dele é outro, veja no documento de entrada no Brasil, foi um destes homens de ideias. Esteve preso em Portugal e no Brasil. Foi um militante anarco-sindicalista. Preservou bibliotecas de anarquistas e escreveu mais de sessenta livros e eles foram publicados em Portugal, Brasil, Venezuela, Itália e Portugal. Colaborou no periódico anarquista e esperantista (defensor do idioma Esperanto) FENIKSO NIGRA publicado em Campinas. Ele morreu num dia como hoje (15/05).

Nenhum comentário:

Postar um comentário