Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

domingo, 11 de maio de 2014

É um mitotema recorrente que certas organizações com projeto de poder, escolhem um menino pobre ou órfão para criá-lo e inculcá-lo desde o início no objetivo. Especula-se que o general francês Maxime Weygand (1867-1965), órfão de origem desconhecida, seria o “garçon” da Companhia de Jesus (Jesuítas), educado com este propósito. Ponha-se no lugar de um deles. Você é criança, que ainda percebe o mundo a partir do som de um chocalho e alguém sussurra a outro adulto que tu salvará a Humanidade. Se você compreendeu a observação, como agir: Aceitar tudo e construir uma corte em volta de si? Pense no conforto que isto vai lhe trazer – mas, tem preço. Ou recusar tudo e procurar um emprego celetista? JIDDU KRISHNAMURTI (1895-1986) foi um destes meninos. Nascido numa família de brâmanes (casta de intelectuais); o seu pai era funcionário da Sociedade Teosófica em Madras e ele foi escolhido por dois chefes da seita, C. W. Leadbeater e Annie Besant, como este “messias”. Quando estava pronto o reinado, ele recusou tudo, dissolveu a sociedade (devolveu o dinheiro aos doadores) e causou um reboliço danado, mas manteve-se firme. Viveu como professor. Happy Birthday (11/05), Mr. Krishnamurti. IMAGEM – Nityananda e o irmão Krishnamurti.

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