Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Nos anos Oitenta, cada vez que eu encontrava o engenheiro e médico MASOUD JALILI (1943-2010) perguntava as novidades na sua terra: ele era de Kashan, Irã; para ele, Pérsia. Ele respondia lentamente, inseguro quanto a tônica das sílabas: “Boulos, nesta semana foram infurcados “x” proeminentes bahais”. Durante o tempo que convivi com ele a resposta foi invariável. Só mudava o número de vítimas. O Dr. Masoud foi uma das minhas fontes para conhecer a pacífica fé Bahá'i fundada por BAHA´U´LLUH, antes dele migrar para Aracaju e São Cristóvão onde exerceu a medicina e esteve envolvido em trabalho voluntário até a sua morte. Hoje (29/05) é dia de BAHA´U´LLUH, nome que ficou conhecido o reformador religioso Mirza Hussein Ali (1817-1892), persa do Mazandarão, criador de uma religião de síntese, onde sobre uma base xiita, adicionou elementos judaicos e cristãos, buscando uma religião única para a humanidade. IMAGEM 1 – Baha´u´lluh (os Bahais só podem ver esta fotografia quando em peregrinação nos lugares santos da religião, como em Akká, Israel)

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