Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Durante quatro dias a espanholinha Carlota, de dez anos, foi perguntada sobre religião, geografia, gramática portuguesa, espanhola e francêsa, boas maneiras, dança, canto, pintura e equitação. Ela foi aprovada nos exames. E qual era o objetivo da avaliação? Encontrar uma noiva para o herdeiro do trono português. A casa real portuguesa tinha dificuldades para encontrar noivas, pois eram Católicos Romanos e só podiam se casar dentro da religião. Poucas casas reais professavam este rito, dai a escassez de princesas, restavam os Borbóns. Assim quando se identificava a noiva potencial, ela era submetida aos exames, aprovada, lavrava-se o contrato dos dotes, corria-se os Banhos (dispensa do parentesco), etc. Foi assim que a princesa Carlota Joaquina casou-se com o príncipe João. Feliz aniversário (25/04), D. CARLOTA JOAQUINA.

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