Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O SEBASTIÃO JOSÉ (1699-1782) parece perguntar a “fotógrafa” JOANA DO SALITRE: Estou bem? A peruca nobilitante, o peitilho engomado, a Cruz de Cristo a mostra, a biblioteca jurídica próxima a si, indicam que sim. A combinação da pena na mão e o papel é a demonstração do exercício do poder. Só faltava o título que lhe celebraria no futuro: MARQUÊS DE POMBAL (o primeiro), recebido em 16 DE SETEMBRO DE 1769. Quando SEBASTIÃO JOSÉ viveu em Viena e Londres teve relações com a parentela R.S. Na Viena, conversando com o Dr. ANTÓNIO NUNES R. S. soube o que Portugal perdia com a expatriação dos cristãos-novos. Em Londres foi o padrinho de batismo católico do menino JOHN JOSEPH BELLI (1740-1805), sobrinho-neto do Dr. ANTÓNIO, futuro tronco de uma linhagem de soldados (estiveram na Guerra Peninsular, Waterloo e Dardanelos) e dos baronetes de BEAUMONT of STOUGHTON GRANGE. De mim, confesso a incompetência social, não consegui gostar do descendente brasileiro mais visível do Sebastião José, o árbitro de futebol, JOSÉ ROBERTO WRIGHT, e “retomar” a velha amizade. Infelizmente através do seu apito ele prejudicou a Ponte Preta em momentos cruciais. Lamento, mas é imperdoável...

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