Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 21 de dezembro de 2013

DIARIO DA COPA – 20/12/2013: Campinas foi fundada por portugueses, liderados pelo Sr. Morgado de Mateus, natural de Vila Real. Hoje a cidade tem mais de um milhão de habitantes de todas as origens geográficas – basta dizer que há igrejas cristãs (de todas as suas ramificações), mesquita e sinagoga para atender a clientela campineira. Infelizmente a cidade é feia e sem atrativos turísticos. A exceção é o PARQUE PORTUGAL, conhecido como Taquaral onde há um lago, uma caravela em estado de putrefação, pista de corridas e principalmente sombra e água fresca. Há duas universidades de alta qualidade, a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas). Pensando bem é uma cidade para se trabalhar, há grandes indústrias estrangeiras e é um dormitório para quem trabalha em S. Paulo (104 km de distância). Dez mil são os portugueses natos que vivem na cidade. Foi aqui que os FERREIRA DE MESQUITA, de Parada de Cunhos, em Vila Real, começaram sua vida no Brasil e controlaram o principal jornal brasileiro, O Estado de S. Paulo. Os ALVES VERISSIMO, de Mação construíram o melhor supermercado do interior, o Eldorado. O arquiteto ANTONIO DA COSTA SANTOS (1952-2001), chegou a Prefeito da Cidade, quando foi assassinado. Os seus pais eram de Vimioso. O atual presidente da CASA DE PORTUGAL é o Sr. ADELINO DA PONTE, natural de Vermoil. Ele também é o dono da Padaria Nico (que fornece os pães aqui em casa). O ramo da panificadora é quase exclusivamente de portugueses emigrados nos anos 50 e 60. Quem vier para cá, prepare a carteira, pois Campinas é muito cara para se viver. Bem-vindos!

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