Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 30 de novembro de 2013

Que dia foi ontem na Argentina? Domingo, obvio. E também o “DÍA DEL INVENTOR” (29/09) em homenagem a um Professor Pardal local, o húngaro Biro. Ele inventou algo presente no cotidiano de todos nós: o bolígrafo (ou birome). Hoje toda gente tem o seu bolígrafo e muitas vezes leva para sua casa por “engano” o bolígrafo do vizinho. LADISLAU JOSÉ BIRO (1899-1985) nasceu em Budapeste como SCHWEIGER LASZLO e com a magiarização dos nomes estrangeiros, ele passou a usar o sobrenome “BIRO” (juiz). Era um jornalista, mas vivia metido em inventos, criou uma máquina de lavar roupas, uma transmissão econômica da GM, vários perfumes, etc. Vinte invenções diferentes. Com a perseguição nazista aos judeus, expatriou-se na Argentina, onde desenvolveu o bolígrafo. O bolígrafo, a princípio foi idealizado como um brinquedo para crianças, mas um barão franco-italiano descobriu outro mercado para o brinquedinho, comprou em 1951, deu-lhe o seu nome – estava inventada a CANETA BIC, que aliás foi usada para escrever este texto.

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