Quem sou eu

Campinas, S. Paulo, Brazil
Historiador, Mestre em História Social (USP). Autor de "A presença oculta. Genealogia, identidade e cultura cristã-nova brasileira nos séculos XIX e XX": co-autor do "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes / Dictionary of Sephardic Surnames" , "B.J. Duarte, caçador de imagens" e “Os primeiros judeus de S. Paulo - uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana”.

sábado, 30 de novembro de 2013

Os COSTA-BRANDÃO vieram do Minho e assentaram-se no Porto, na rua de S. Miguel – onde moravam as trinta famílias cristãs-novas de alta origem social, vindas de Espanha e lideradas por um Aboab. Cinco irmãos desta família demandaram a Amsterdã para juntar-se a comunidade judaica local. O mais conhecido deles, Gabriel da Costa (1583?-1640), conhecido como Uriel Acosta, não conseguiu adaptar-se a nova vida e suicidou-se com um tiro de revólver. A sua vida é tema de peça teatral, poesias, ensaios, etc. Dos outros irmãos, conhecemos apenas os descendentes que ficaram por alí, mas outros buscaram nova geografias para viverem. No começo do séc. XIX aparece em Guanajuato, JOSÉ TOMÁS ACOSTA, cujos descendentes alegaram descender dos cristãos-novos tripeiros já mencionados. INÊS DE ACOSTA y PEREDO, neta de José Tomás Acosta e sobrinha de León Benito Acosta (o 1º aeronauta mexicano), nasceu em 1825. Ela casou-se com um soldado da fortuna, que dizia chamar-se ANASTASIO DE LA RIVERA SFORZA, ao que tudo indica, pertencente a família dos cristãos-novos Navarro e tiveram o filho DIEGO (1º). Este ao pintor DIEGO (2º) Maria de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la RIVERA y Barrientos Acosta y Rodríguez (1886-1967), que mesmo considerando-se agnóstico, apresentou-se em apoio a B´nai Brith local, quando ensaiou-se uma confusão contra os judeus mo México. Segundo ele: era “Judio”, como sua avó Inês. DIEGO RIVERA morreu num 24 de novembro.

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